quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A verdade sobre a nostalgia


Morro de saudades do meu afilhado, que mora em outra cidade.


Tenho saudade da minha cintura aos 16 anos também.

E mais saudade ainda do Duque e do Bob - bons cãezinhos que estão no céu dos cachorros.

Sinto saudade das sobremesas do refeitório do meu último trabalho - deve ser por isso que nunca mais terei aquela cintura...

Saudade de um monte de amigos, mas provavelmente eu não movimente um músculo para reencontrá-los.

Gostava de quando fazia natação, sinto saudade disso também.

Níveis variados de saudade: tem aquele gostoso e nostálgico, de um tempo que não volta mais, tipo da pipoca doce do meu avô.

Tem aquela saudade dolorida de quem não volta mais, tipo do meu avô.

Viver num lance "carpe diem" é cada vez mais difícil em um mundo cada vez mais chato.

"Eu vou fazer o que eu gosto
Atrás da curva do perigo existe
Alguma coisa bem mais nova e menos triste."

#tocaraul

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